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sábado, 29 de setembro de 2018
Joan Shelley (feat. Bonnie "Prince" Billy): Jenny Come In
terça-feira, 24 de abril de 2018
Bonnie "Prince" Billy: You Will Find a Home
PS: Bruno Coulais foi o compositor da marvavilhosa banda sonora do filme "Os Coristas".
terça-feira, 2 de junho de 2015
Bonnie "Prince" Billy: Blindlessness
Song from b-side of "Mindlessness"
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Doug Paisley (feat. Bonnie "Prince" Billy): Until I Find You
Great duo! (Although it seems to me that is a trio - Emmett Kelly?).
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Trembling Bells (feat. Bonnie "Prince" Billy): I Made A Date (With An Open Vein)
Another amazing song featuring Will Oldham (BPB)...
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
Bonnie "Prince" Billy: Troublesome Houses
One of the strongest songs of "The Wonder Show of the World"...
Bonne "Prince" Billy: I Called You Back (II)
Remembering the fabulous concert of yesterday night... Taken from the album "The Letting Go"...
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
domingo, 30 de outubro de 2011
Bonnie "Prince" Billy: Quail and Dumplings
Um dos temas que BPB tocou no excelente concerto do passado Domingo em Guimarães.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Bonne "Prince" Billy: I See a darkness
Do melhor que tive a sorte de ver ao vivo no ano passado (e de sempre).
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O 11 do ano 2010
Neste onze do ano não entram Hulk, nem Fernando nem a águia Vitória. São 11 discos que talvez não sejam os melhores, mas são sem dúvidas dos melhores.
Não estão ordenados por alguma ordem específica.
Peter Broderick - How they are
Midlake - Fortune
Her name is Calla - The quiet lamb
Rivulets - Stray Songs
Howe Gelb - Blurry Blue Mountain
Frank Zappa - Hammersmith Odeon
Ben Solle & Daniel Martin Moore - Dear Companion
Eels - End time
Bonnie Prince Billy - The wonder show of the world
Tim Buckley - Live at the folklore center
Cocoon - Where the Oceans End
Muitos outros poderiam estar aqui como "Arcade Fire: The Suburbs", "Epigram: Reverie" ou "Antony and the Johnsons: Thank You for Your Love" mas deixem lá... É apenas uma lista e fortemente influenciada pelo que ando a ouvir ultimamente.
Não estão ordenados por alguma ordem específica.
Peter Broderick - How they are
Midlake - Fortune
Her name is Calla - The quiet lamb
Rivulets - Stray Songs
Howe Gelb - Blurry Blue Mountain
Frank Zappa - Hammersmith Odeon
Ben Solle & Daniel Martin Moore - Dear Companion
Eels - End time
Bonnie Prince Billy - The wonder show of the world
Tim Buckley - Live at the folklore center
Cocoon - Where the Oceans End
Muitos outros poderiam estar aqui como "Arcade Fire: The Suburbs", "Epigram: Reverie" ou "Antony and the Johnsons: Thank You for Your Love" mas deixem lá... É apenas uma lista e fortemente influenciada pelo que ando a ouvir ultimamente.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Bonnie "Prince" Billy & The Cairo Gang + Susanna: Go Folks, Go
Grande concerto ontem. De quem? Não sei. De Bonnie "Prince" Billy (BPB)? Talvez? De Emmett Kelly? Talvez. Mas não pensem que a dúvida possa indicar um "Minor concert", porque em verdade vos digo que é o oposto.
Quase como a dupla McCartney/Lennon, a soma das partes era muito superior do que as somas individuais. Se fossem 4 até poderiam ser os Beatles. Mas eram só três, porque com eles também esteve presente uma linda menina, a Susanna - que, com uma voz fabulosa, foi fazendo fantásticas harmonias (embora me fizesse lembrar por vezes a Olivia Newton-John) com os dois outros homens.
Vou deixar de ser mauzinho, porque eram mesmo 4. Também tinham um baixista, e fui mesmo mau, porque o seu baixo teve exactamente a função que tinha que ter no estilo: encaminhar para o "root" dos acordes, não nos deixando minimamente perdidos nos momentos em que a guitarra se isolava estabilizando-nos as sensações.
A primeira coisa que me marcou foi a humildade do artista BPB que fez de background-vocals da sua primeira parte durante quase 40 minutos. Mas isto não foi o mais importante. A sua voz estava fenomenal. Afinadíssima e emparelhando-se à voz de Susanna reproduzindo uma sonoridade merecendo destaque de um livro milenar.
A segunda coisa que me marcou foi a espantosa habilidade em todos os aspectos do guitarrista Emmett Kelly. Não é com certeza coincidência que até estava no centro do palco. Cantava e deslizava os seus dedos pela guitarra com uma eloquência de super-herói sem super-poderes. Daqueles que merecem mesmo destaque.
Depois de saírem para um curto intervalo, voltaram com outras asas. As asas da composição e da magia de BPB. Num concerto tão intimista que sempre que ele saltava, ouviam-se as chaves que tinha no bolso (acho eu, não fui lá confirmar). Em certos momentos nem precisava de microfone. Literalmente.
Como calculam o concerto foi mesmo fabuloso. Mas não consigo descrever o que foi o "encore". Uma sala em pé à espera do retorno dos músicos, que nem se fizeram esperar muito, recebeu-os novamente em apoteose. Num dos momentos de silêncio fantástico que se sentiram ontem, uma jovem delirava com uma das suas visões "I see a darkness, i see a darkness, ....". E foi aí que ocorreu o momento da noite. Emmett Kelly desliga-se de qualquer electricidade, conversa numa cumplicidade de dois adolescente que se preparam para fazer amor, separam-se um para cada lado do palco e... foi aí, que nos presentearam com um dos melhores momentos musicais a que assisti. Um verdadeiro unplugged do "I see a darkness" cantado e tocado, e se BPB fosse mais bonito poderia até poderia dizer, angelical.
BPB é um artista, um verdadeiro artista. No verdadeiro significado da palavra: criador de arte e segundo um dicionário online, que tem ou exprime o sentimento da arte.
PS: O vídeo que escolhi foi quase aleatório e foi retirado do concerto do dia anterior em Lisboa. Nem me preocupei porque sei que nada que aqui colocasse iria chegar perto do que se viu assumo a falha desde o início.
Quase como a dupla McCartney/Lennon, a soma das partes era muito superior do que as somas individuais. Se fossem 4 até poderiam ser os Beatles. Mas eram só três, porque com eles também esteve presente uma linda menina, a Susanna - que, com uma voz fabulosa, foi fazendo fantásticas harmonias (embora me fizesse lembrar por vezes a Olivia Newton-John) com os dois outros homens.
Vou deixar de ser mauzinho, porque eram mesmo 4. Também tinham um baixista, e fui mesmo mau, porque o seu baixo teve exactamente a função que tinha que ter no estilo: encaminhar para o "root" dos acordes, não nos deixando minimamente perdidos nos momentos em que a guitarra se isolava estabilizando-nos as sensações.
A primeira coisa que me marcou foi a humildade do artista BPB que fez de background-vocals da sua primeira parte durante quase 40 minutos. Mas isto não foi o mais importante. A sua voz estava fenomenal. Afinadíssima e emparelhando-se à voz de Susanna reproduzindo uma sonoridade merecendo destaque de um livro milenar.
A segunda coisa que me marcou foi a espantosa habilidade em todos os aspectos do guitarrista Emmett Kelly. Não é com certeza coincidência que até estava no centro do palco. Cantava e deslizava os seus dedos pela guitarra com uma eloquência de super-herói sem super-poderes. Daqueles que merecem mesmo destaque.
Depois de saírem para um curto intervalo, voltaram com outras asas. As asas da composição e da magia de BPB. Num concerto tão intimista que sempre que ele saltava, ouviam-se as chaves que tinha no bolso (acho eu, não fui lá confirmar). Em certos momentos nem precisava de microfone. Literalmente.
Como calculam o concerto foi mesmo fabuloso. Mas não consigo descrever o que foi o "encore". Uma sala em pé à espera do retorno dos músicos, que nem se fizeram esperar muito, recebeu-os novamente em apoteose. Num dos momentos de silêncio fantástico que se sentiram ontem, uma jovem delirava com uma das suas visões "I see a darkness, i see a darkness, ....". E foi aí que ocorreu o momento da noite. Emmett Kelly desliga-se de qualquer electricidade, conversa numa cumplicidade de dois adolescente que se preparam para fazer amor, separam-se um para cada lado do palco e... foi aí, que nos presentearam com um dos melhores momentos musicais a que assisti. Um verdadeiro unplugged do "I see a darkness" cantado e tocado, e se BPB fosse mais bonito poderia até poderia dizer, angelical.
BPB é um artista, um verdadeiro artista. No verdadeiro significado da palavra: criador de arte e segundo um dicionário online, que tem ou exprime o sentimento da arte.
PS: O vídeo que escolhi foi quase aleatório e foi retirado do concerto do dia anterior em Lisboa. Nem me preocupei porque sei que nada que aqui colocasse iria chegar perto do que se viu assumo a falha desde o início.
domingo, 6 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Johnny Cash & Bonnie "Prince" Billy: I see a darkness
Falar sobre esta música é como descrever a beleza de um Outono. Embora o inverno se aproxime, nada afasta a leveza da primavera e o calor do verão...
A música foi composta por Will Oldham e está inserida no seu primeiro disco como Bonnie "Prince" Billy: "I see a darkness". Este disco é considerado por muitos a sua obra prima.
Johnny Cash entrega-nos uma versão fantástica cujo momento alto aparece com a combinação da sua voz com a de "Bonnie" nas "background vocals".
Obrigado...
A música foi composta por Will Oldham e está inserida no seu primeiro disco como Bonnie "Prince" Billy: "I see a darkness". Este disco é considerado por muitos a sua obra prima.
Johnny Cash entrega-nos uma versão fantástica cujo momento alto aparece com a combinação da sua voz com a de "Bonnie" nas "background vocals".
Obrigado...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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